Novo Site Igaratiba
Foi lançado o novo site da Igaratiba, projeto desenvolvido em parceria com a Lampejos.
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Do arco da velha!
O tempo passa tão rápido, que quando nos damos conta, um monte de coisa aconteceu e nem percebemos!
Por isso mesmo, é importante uma volta ao passado para resgatar o que foi feito de bacana e vale a pena ser mostrado.
A seguir temos peças que foram veiculadas para a Unimed Bragança Paulista. Confiram:
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Tati Suarez
Tati Suarez é uma americana de descendência brasileira que ilustra figuras femininas com um estilo muito interessante! Olhos grandes e elementos tropicais estão bem presentes nos trabalhos dela! Vale a pena conferir!!
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Linha EBF Premium
Imagina poder comprar um capacete com uma cor exclusiva, igualzinha à da moto que você escolheu.
Pensando nisso, a EBF lançou a linha Premium, com cores que acompanham as principais motos 2011.
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Campanha EBF E8
Ficou pronta a nova campanha do EBF E8, o modelo escamoteável (e premiado internacionalmente) da marca.
Abaixo o anúncio de lançamento:
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Gosta de música e vetores?
Bem interessante o trabalho de Gianmarco Magnani, que abusa dos vetores e tem como um dos temas principais, a música!
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1º de Dezembro - Dia Mundial de Combate a AIDS
Post com 1 dia de atraso, mas ainda assim vale a causa.
Recebemos o desafio de trabalhar na nova identidade da AEPHIVA, entidade beneficente que trabalha com projetos de conscientização sobre o HIV.
O conceito visual criado é limpo, direto e procura traduzir uma imagem acessível a todos, ponto fundamental em se tratando de um tema ainda visto com ressalvas pela sociedade.
Antes:
Depois:
Finalizando o assunto com um vídeo da UNAIDS sobre a revolução pela prevenção:
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Direto de SP - II
Continuando com as impressões do Seminário da ESPM, a segunda fase contou com a presença de Claudio Prado (atual GEO Eventos e anteriormente Presidente da MTV Brasil).
A pesquisa foi repassada ponto a ponto, com alguns comentários paralelos em comparação com a pesquisa da própria MTV.
Saldo final: uma juventude engajada no discurso de coletividade, mas mais egoísta do que nunca na ação.
Veja a pesquisa completa no link.
Em outras palavras, o jovem continua sendo o que sempre foi: jovem. O que muda não é o “que”, mas o “como”, já que hoje ele consegue dar mais vazão ao que pensa e sente.
E, para finalizar, um vídeo sobre Jovens e Consumo, chamado “We all want to be young” (da BOX1824) com o contra-ponto que é sempre importante de ser analisado:
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Direto de SP - Seminário Juventude, Consumo e Cidadania - I
Numa proposta bem bacana, o CAESPM (Centro de Altos Estudos ESPM) traz para a discussão uma pesquisa realizada sobre o comportamento e a influência do jovem na sociedade a partir do que se julga ser sua grande arma: o consumo e sua capacidade de modificar decisões.
Dentro da ideia libertária (e, por que não, viciada) de que o jovem quebra os paradigmas e revoluciona o mundo à sua volta, o que a manhã trouxe de novo foi uma sensação de continuidade no comportamento padrão, de mais do mesmo, de velhas novas ideias apontando para conclusões óbvias. E isso é bom, pois reforça algumas máximas sobre consciente coletivo e sobre a influência do meio no comportamento de um grupo determinado.
Se fica inviável para as empresas assumirem posturas superficiais, como por exemplo, quando usam um verniz verde para pintar toda a corporação como genuinamente engajada à causa do meio ambiente, o debate trouxe uma verdade bastante inconveniente sobre a forma como as pesquisas apontam para as transformações comportamentais, e sobre como é perigoso levar a cabo todo um universo de informações que não são novas, como se apontassem para uma nova ordem. Pelo contrário, o que se vê é uma continuidade no consumo, mas com mudanças na forma como se consome.
Para Paulo Lima, da Trip, o momento é importante por uma questão: da idolatria existente até então, que conduzia o raciocínio para a execração do consumo, seguimos para um idealismo nada romântico, que admite o consumo como fator já assimilado e que traz a responsabilidade de se arcar com as suas consequências. Seria algo como sair da fase da paixão e entrar na fase do amor. A primeira atordoa, o segundo, completa.
Consumo e consciência são irmãos gêmeos da culpa, e essa ainda parece ser uma questão moral que dificilmente será desenrolada pelas empresas.
Para esse combate, aponta a discussão da manhã, eis que surge a legitimidade e a autenticidade das posturas (tanto das pessoas - jovens ou não -, quanto das empresas) como formas de se entender a revolução comportamental e de consumo. Essa transformação, a meu ver, passa a ser considerara como um processo natural da sociedade e não uma exclusividade do jovem e das suas aspirações. E olha que há menos de 20 anos os jovens sequer eram considerados consumidores em potencial pelo mercado…
Na sequência, mesa redonda entre especialistas e jovens na segunda fase do evento.
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