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Conferência de Planejamento do GP

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Acontece na próxima segunda a Conferência de Planejamento do GP 2008.

Assuntos bacanas discutidos em diversas sessões. Na semana que vem posto aqui uma cobertura do evento, do ponto de vista “bluesês” ;-)

Mais detalhes aqui.

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Você Sabia? Reflexões sobre a educação

Me deparei com este video da fundação Educartis no blog da Y&R. Traz uma série de curiosidades e informações para refletir sobre o futuro da educação e porque não dizer da sociedade. Vale a pena conferir.

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I’ve got a small dick!

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Ainda acho impressionante o papel que alguns produtos têm no imaginário das pessoas.
Muito se fala (ou se falou) sobre o poder que o consumidor moderno tem em relação às marcas, produtos e empresas. Muito se fala sobre o ceticismo que as pessoas têm em relação ao que as marcas oferecem, que o mundo está mudado e que os desafios do mercado são outros. Que precisamos evoluir, mudar, mexer nas nossas fórmulas.
Pode parecer estranho ou até mesmo nadar contra a corrente, mas ainda sinto que existe um consumo planificado do universo das marcas, ainda consumimos como se estivéssemos na década de 50.
É praticamente o anúncio Golden Age do último modelo de liquidificador, que vem para revolucionar a vida da dona de casa (que se entusiasma com a novidade).
E daí? E daí que tem muita gente lucrando com esse perfil, simplesmente por conseguir enxergar nessa brecha uma forma (nova ou velha) de atender a uma expectativa.
Partindo do princípio de que o melhor conceito é o simples e direto, que mal há em se criar produtos que supram necessidades básicas do consumidor, mesmo que isso não seja novidade? Da caminhonete gigante até ídolos pop, sempre há espaço para se criar e vender conceitos que ampliem aquilo que as pessoas são, que projetam e amplificam a personalidade delas.
Um caso que ilustra muito bem isso é o das Pussycat Dolls. Não basta ser sensual. Tem que ser proposital. Aquilo que Madonna fez pela mulherada há 25 anos, as Pussycat Dolls fazem hoje, de forma escancarada, porém, sem vulgarizar.

É a nuance, o detalhe, o permissivo sutil que libera geral. É o “desperte a cachorra em você” num hit que dura menos de 5 minutos. Aí pode.
E lá vai uma legião feminina se acabar na pista, por poucos minutos que sejam, mas elas podem. Querem. Gostam. Acaba a música e lá se foi mais uma casca da consumidora cebola, que não se importa se o que a agrada é novo ou velho, desde que acerte em cheio no que se deseja.
Essa é a beleza das marcas. Mesmo que elas apelem para o golpe baixo dos anos 50.
Mesmo que nada de novo tenha sido criado.
E viva a reformulação do velho.
Mais do mesmo. Porque quem não é o mesmo, é o consumidor. Esse sim muda, pero no mucho =)

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